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Palavras despejadas, as vezes sem o menor nexo aparente, com um sentido um tanto ausente.Um blog de uma pessoa romântica, mas um tanto fria, de uma pessoa sedenta da sua companhia.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Um outro desvaneio de uma madrugada qualquer


Finge que não ver, finjo que não faço.
 Finge intimidar, finjo temer.
Jeito fácil esse de infringir a regra
Uma maneira de conviver.

Medo sinto de andar,
 Medo tenho de correr, 
Quando consigo respirar
 Vejo o tanto de harmonia que tem nesse lugar. 
Se ha pouco muito pranto, 
Hoje agora já não tenho o que reclamar...
Se demora parece não passar,
 Se ligeiro parece não vingar.
Tantos pensamentos soltos, 
Quantas vidas já vivi? 
Quantos lugares vi passar?

Se apesar de tudo em mim sobrecarregar
Tenho certeza que ainda nada sei de nenhum lugar
Pouco corri, pouco vivi 
E parece que centenas de vezes eu renasci! 



Jacimile Martins , 
um outro desvaneio de uma madrugada qualquer.