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Palavras despejadas, as vezes sem o menor nexo aparente, com um sentido um tanto ausente.Um blog de uma pessoa romântica, mas um tanto fria, de uma pessoa sedenta da sua companhia.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Oco

E de novo, aquela água cheia de sais minerais, proteinas e gorduras, saiu lubrificando a sua retina e parecia que não ia acabar... E seu globo ocular latejava e sua cefaleia aumentava. E a certeza que ela tem que ficar quieta no seu canto, sozinha aumentava.
A certeza que ela sempre machuca quem esta ao seu lado, aumenta.
E a certeza de não ter certeza existe.
E não adianta palavras de consolo, não adiantava abraços, nem olhares piedosos.
Aquela dor era só dela...
Infinita e dolorida. O buraco...
Uma grande imensidão de nada...
Ela descobriu que ver as pessoas que ela gostar triste é a pior coisa q existe.
E ela quer sumir.
E ela quer sumir.
E ela quer sumir.
E ela quer sumir.
E ela quer sumir.
E ela quer sumir.
E ela quer sumir.
Ela quer gritar.
Ela quer parar...
Ela quer parar...
Ela quer se entregar.
E o oco que vai ficar?
E a lacuna quem vai fechar?
Deixa aberta deixa aberta, DEIXAAA ABERTAAAAAA.
Ela quer gritar.
Ela quer sumir.
Ela quer se entregar.
Ela perdeu todo o animo de outrora.
Ela quer fugir.
Ela ouviu: '' torna um amor real é expulsa-lo de você pra que ele possa ser de alguém''
Ela não quer saber de nada.
Ela quer se entregar, Desistir sem tentar.
Ela quer gritar.
Ela quer sumir...

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